sexta-feira, 4 de abril de 2008


Acabou, nem um pouco simples!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

sozinha


"Preciso que haja mudança em meu peito, preciso que haja esquecimento em minha mente, e que haja um pouco menos de dor no meu coração! Ainda lembro de você, e de coisas que eu não queria lembrar, apenas pra te esquecer, mas parece que a cada canto do meu mundo cabe um pedaço das tuas atitudes!"
"Mente ao meu coração, que cansado de sofrer, só deseja adormecer na palma da tua mão..
conta ao meu coração história das crianças para que ele reviva as velhas esperanças
Mente ao meu coração, mentiras cor de rosa que as mentiras de amor não deixam cicatrizes,
e tu és a mentira mais gostosa, de todas as mentiras que tu dizes"

Levando a vida numa boa


A felicidade requer trabalho, mas não um trabalho intenso, como acredita a maioria das pessoas. Acima de tudo, a felicidade requer que se preste atenção à vida.
No mundo de hoje é muito fácil a gente esquecer das coisas importantes que contribuem para a felicidade e ir atrás daquelas que não contribuem.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Carta ao leitor

L.C.

Meu erro foi não seguir meus princípios.Foi esquecer o que sou e me deixar levar. Foi deixar que uma noite me tirasse teu sorriso. Meu erro foi esquecer que você existe. Foi permitir que a raiva me dominasse. Foi esquecer da tua importância pra mim, foi enfim, te magoar. Peço hoje que me perdoe e se um dia puder, volte a confiar em mim. Sei o quão grave foi o meu erro, mas você pra mim é incondicional!
Eu te amo muito

R.M.


"Lembrar é fácil!Difícil é te esquecer.. vamos tentar de novo?Você sabe que eu te amo!"

Em pleno dia da mentira...difícil é acreditar!

Fato



“Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia – a covardia é o que de mais novo já me aconteceu, é a minha maior aventura, essa minha covardia é um campo tão amplo que só a grande coragem me leva a aceitá-la –, na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir. É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me mesmo seja de novo a mentira que vivo.”

terça-feira, 1 de abril de 2008

Quando Nietzsche chorou

Cara Lou


Não escrevas cartas como aquela para mim! Que tenho a ver com essa desventura? Gostaria que pudesses te elevar diante de mim de modo que não tivesse que te desprezar.
Mas Lou! Que tipo de cartas estás escrevendo? Colegiais ávidas por vingança escrevem assim! Que tenho a ver com essa lástimas? Por favor, compreende, quero que te eleves diante de mim, não que te reduzas. Como posso perdoar-te se não reconheço mais aquele ser em ti pelo qual poderias chegar a ser perdoada?
Não, cara Lou, ainda estamos a uma longa distância do perdão. Não posso sacar o perdão de minhas mangas depois que a ofensa teve quatro meses para penetrar em mim.
Adeus, cara Lou, não te verei novamente. Protege tua alma de tais ações e pratica o bem para os outros e, especialmente para o meu amigo Rée, o que não pudeste fazer de bom para mim.
Não fui eu quem criou o mundo e, Lou, gostaria de ter criado - então, conseguiria suportar toda culpa por terem as coisas entre nós tomando o rumo que tomaram.
Adeus, cara Lou, não li tua carta até o fim, mas já havia lido demais...

F.N.